Podemos dizer que o comércio eletrônico ainda é um fenômeno relativamente recente. É notório, inclusive, que muitas empresas partiram para as vendas online, cresceram com elas, conseguiram se estabilizar no mercado, aumentaram a audiência ao passarem a dialogar com um público ainda maior e, entre outros ganhos, lucraram muito com isso. Que muitos dos efeitos foram os melhores possíveis, não restam dúvidas. O que talvez pouco se fale é sobre o caminho percorrido por algumas dessas empresas para “chegarem lá”.

Alguns empreendimentos ganharam a atenção da imprensa e do público ao se tornarem bem sucedidas nesse cenário em um curto tempo. Vale dizer, no entanto, que tratam-se de exceções. A realidade da maioria das empresas que se aventuram no e-commerce é de muita luta. Na maioria dos casos, as pessoas à frente de um negócio de sucesso, ao olharem para trás, se orgulham e muito do caminho percorrido e têm muito a falar sobre as dificuldades que encararam a fim de atingirem seus objetivos. Engana-se quem pensa que a simples presença digital seja suficiente para trazer um retorno positivo. Alcançar o sucesso não é impossível, mas requer muita dedicação, determinação e paciência. É preciso trabalhar muito para que os frutos apareçam.

As histórias de sucesso de quem cresceu rápido motivaram muitos empresários que, animados com a ideia de fazer negócio na Internet, lançaram suas lojas virtuais. O que basicamente diferencia os casos de sucesso dos demais é o fato de os primeiros terem entendido a importância de um planejamento.

Alcançar o sucesso não é impossível, mas requer muita dedicação, determinação e paciência. É preciso trabalhar muito para que os frutos apareçam.

Hoje, desmistificaremos tudo o que foi e ainda é dito sobre comércio eletrônico para que você colha mais acertos do que erros e conquiste o espaço da sua empresa no mercado.    

1 – Operações para pagamentos em lojas virtuais não são pagos

São, sim, senhor! Mas, se são pagos, que tipo de vantagem tais operações representam? Daremos dois exemplos: elas ajudam no controle de fraudes e representam para o consumidor brasileiro mais segurança. Este último, por sua vez, pesa e muito no processo de decisão de compra. Vale dizer, portanto, que o custo de manutenção dessas transações não podem faltar no planejamento financeiro de sua loja virtual. Em suma, use um Gateway de pagamento, mas tenha consciência de que há um custo ao oferecer condições de pagamento ao seu público.

2 – Meu público não faz questão de ver fotos produzidas

Claro que faz questão! Na impossibilidade de um contato direto do público com o produto que a sua empresa comercializa (o toque, pelo menos por enquanto, ainda não é uma realidade via fibra ótica), faz-se necessária a produção de fotos de alto padrão, capazes de seduzir essas pessoas e gerar nelas encantamento. Quanto maior for a qualidade e o número de ângulos, melhor será para o seu negócio. Fotos em 360º são a tendência da vez, uma vez que permitem uma visão do todo, o que faz com que as pessoas tenham uma experiência um pouco mais próxima da que elas teriam nos espaços físicos.

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3 – Posso abrir mão de um profissional de Adwords

Nem pensar! A menos que você seja um, claro. Caso contrário, é fundamental ter um suporte de alguém que entenda do negócio, saiba como fazer um investimento render e gerar uma boa receita. Vai lançar uma campanha de Google Adwords? Legal, mas não deixe de contar com a colaboração de quem, comprovadamente, tem competência para elevar a sua loja virtual a um novo status.

4 – Não é preciso investir financeiramente no online

Nada disso! É preciso, sim. Seja offline, seja online, um empreendimento requer, sim, um investimento financeiro. Só para você ter uma ideia, seguem alguns exemplos de custos fundamentais para a manutenção de uma empresa virtual, que dependem do quanto você está disposto a destinar e que precisam ser administrados com consciência: aluguel de plataformas, serviço de SAC, consultoria, logística para entregas, licença, CNPJ, etc. Nada disso é de graça. Tudo representa um custo e você precisa estar preparado para mantê-los com segurança.

Vale dizer também que apesar de, no e-commerce, não haver custo relacionado à locação de um espaço em um ponto comercial, por exemplo, ele é transferido para outros tipos de investimento, como é o caso do Adwords, que falamos acima, e do Facebook Ads, ambos importantes e eficazes modos de se fazer publicidade online. Dito isso, cabe destacar também que engana-se quem opta pelo e-commerce por este ser muito mais barato. Não é bem assim. O custo, de fato, pode ser um pouco reduzido, mas não tão menor do que você destinaria à sua loja física. Os investimentos mudam um pouco, uma vez que é preciso considerar as particularidades do offline e do online, mas é preciso pensar, sim, numa verba também para as ações digitais.

A Tsuru o convida a continuar o papo sobre estes e outros mitos ainda muito comuns no meio digital e que iludem, sobretudo, pequenos empreendedores. Se você quer tomar conhecimento deles e dar uma guinada no seu negócio, não hesite em entrar em contato conosco.

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