Que as ações de marketing têm sofrido um grande impacto tecnológico, já não é novidade. Inbound, geração de leads e mídia paga e orgânica são apenas alguns exemplos de estratégias que devem ser implementadas por quem sabe que o digital, agora, é o foco. Mas quando o assunto é marketing educacional, outro termo faz toda a diferença para uma comunicação eficiente: a buyer persona.

A persona, de maneira simplificada, é a definição do seu cliente ideal. Depois de mapear idade, sexo, região, renda, ticket médio e canais mais explorados, essa definição guiará o tom das ações. No marketing educacional, esse aspecto ganha destaque porque ele se relaciona com dois nichos: os pais, que são aqueles que decidem pela matrícula, e a geração Z, fortes influenciadores do primeiro público. Estes, nascidos entre a metade da década de 90 até o início dos anos 2010, são nativos digitais e não conhecem o mundo pré-internet.

Segundo a Forbes, eles já representam 25% da população mundial e, de acordo com um levantamento do Twitter, 76% dos jovens se conectam com uma marca por conta do conteúdo oferecido. Para eles, “estar on-line”  não significa muita coisa, afinal, estão assim o tempo todo, interagindo, consumindo e compartilhando conteúdo. Mas, então, como se comunicar com esse público? É o que vamos responder neste artigo! Continue a leitura.

Geração Z: as particularidades desse público que guiam o marketing educacional

Eles são inquietos, menos fiéis às marcas, multitarefas e têm uma preocupação real com o futuro. A geração Z já vem redefinindo muita coisa, especialmente no que diz respeito ao marketing. O que antes funcionava para os seus antecessores, a geração Y, para esse novo consumidor é obsoleto e eles buscam novas formas de se relacionarem com as empresas.

Porém, mesmo mais dispostos a experimentarem novas opções, eles realmente se engajam com marcas que compartilham seus valores. E, claro, são mais exigentes quanto à experiência oferecida. Ainda de acordo com o relatório do Twitter, 67% prefere gastar dinheiro com uma experiência única que com uma marca da moda. Quando a conexão acontece, 36% mencionam a empresa ao fazer algum comentário.

Como deu para notar, os nativos digitais têm outras expectativas em relação ao consumo. E  as instituições de ensino precisam se adequar para entender ― e atender! ― esse novo público. A seguir, você confere algumas ações de marketing educacional que podem aproximar marca e geração Z.

Como deixar a instituição de ensino mais próxima da nova geração

Saber o que a geração Z quer das marcas é um bom começo para traçar sua estratégia de marketing educacional. Entretanto, esse é apenas o primeiro passo e algumas outras ações podem ser tomadas para que a instituição de ensino alcance os nativos digitais. Conheça 3 delas.

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Foco no mobile

73% dos entrevistados pelo levantamento do Twitter disseram que o smartphone é o dispositivo mais importante para acessar a internet. E, como mencionamos, essa geração é a que dita as tendências atuais. Para comprovar isso, o Google mapeou esses acessos e, em 2017, mudou as regras para indexação da pesquisa. Dessa forma, o buscador privilegia os sites adaptados para o mobile na hora de ranquear a página.

Conteúdo

O conteúdo é a alma de qualquer estratégia de marketing educacional. Seja em um blog, no site ou nas redes sociais, é preciso que haja uma comunicação coerente e planejada. E mais: tem que ser relevante. Esse público consome informação todo dia, o dia todo, e sabe diferenciar um conteúdo de qualidade daquele que, claramente, apenas cumpre um calendário editorial.

Inbound marketing

Para um público que gosta de criar conexões, o marketing de atração é mais que adequado. Esse modelo tem apresentado bons resultados no segmento e ajuda as instituições de ensino a se aproximarem da sua persona. As estratégias de inbound têm foco na construção do relacionamento e na educação do prospect. Por meio do conteúdo e de ações em mídia paga, promove o destaque da marca na internet.

Isso abrange, também, outras mídias, como o vídeo. A geração Z  passa uma média de 23h por semana acompanhando conteúdo audiovisual. Além disso, os podcasts têm conquistado espaço entre os mais jovens. O Relatório Anual de Tendências da Cultura, realizado pelo Spotify, em parceria com a agência de pesquisa Culture Co-Op, relevou outra expectativa dos nativos digitais. Para 68% dos entrevistados, é essencial que as marcas façam parte do debate político e exerçam um papel mais significativo na sociedade.

De fato, os nativos digitais exigem muito mais das empresas com as quais interagem. E isso, claro, se aplica às instituições de ensino. Quer saber como podemos ajudar na sua estratégia de marketing educacional? Entre em contato com um de nossos especialistas!

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