Pois deveria. A geração que já nasceu na era digital e que não conhece um mundo sem smartphones, tablets e toda a sorte de recursos eletrônicos tem características muito próprias que não podem ser desprezadas. A forma com que se relacionam com as empresas, bem diferente da forma com que gerações anteriores lidavam e ainda lidam, é um dos motivos que justificam que a sua marca esteja de olhos bem atentos a esse público.

Quem integra a Geração Z?

Basicamente, crianças e adolescentes, isto é pessoas nascidas de 1995 a 2010. Como dissemos acima, a Geração Z, – hoje, nos EUA, ela representa 25% da população (e este número tende a crescer), já nasceu em meio a dispositivos móveis e não precisou passar, digamos, por um rito de passagem para o mundo digital. Ao contrário destes, os que nasceram em décadas anteriores viveram a transição e se adaptaram a essa realidade cujas relações são cada vez mais virtuais.

A Geração Z tem a preocupação de não repetir os erros da que a antecedeu – a Millennials – tida como a da inocência perdida. Tem visão mais empreendedora, uma vez que é mais ligada à ideia de ser dona de seu próprio nariz. Outro aspecto que caracteriza este grupo é o fato de ele ser mais disperso com conteúdo que não o atrai de imediato. Melhor dizendo, ele não se apega a qualquer conteúdo. É mais seletivo, prende-se mais ao que instantaneamente chama a sua atenção e que tem relevância. Sendo assim, para fisgar a Geração Z é necessário um trabalho muito maior para atrai-lo de cara e com ele estabelecer um contato por afinidade.

Que tipo de rede social interessa a essas pessoas?

As mais transitórias. Aquelas que valorizam o agora, o dinamismo, as que não fazem com que o usuário tenha com o conteúdo publicado qualquer tipo de apego. Este é o caso, por exemplo, do Snapchat, cujos vídeos de até 10 segundos e fotos, que podem receber divertidos animações, ficam no ar por, no máximo, 24 horas. A efemeridade é o que mais marca esta geração e é atrás de redes sociais que propõem isso que ela vai. Nota-se, portanto, que estes jovens são mais visuais, tanto é que o Instagram figura entre suas redes preferidas.  

Como profissionais de marketing devem lidar com esse público?

Antes de tudo, com muita honestidade. Ao contrário das anteriores, a Geração Z não é tão facilmente seduzida por publicidade, por exemplo. Mais do que saber a opinião de influenciadores, ela está mais interessada em adquirir algo verdadeiramente bom. A abordagem franca, que mostra, sem rodeios, a que veio, e que agrega valor tem muito mais chances de ser bem recebida por esse público.

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A Geração Z não é tão facilmente seduzida por publicidade. Mais do que saber a opinião de influenciadores, ela está mais interessada em adquirir algo verdadeiramente bom.

Outra característica que marca esse grupo é a diversidade. É preciso estar ciente disso para começar um diálogo franco, direto e que seja do interesse do maior número possível de pessoas.

Objetividade é fundamental

Lembra do que dissemos lá em cima sobre o desapego dessa geração com um conteúdo pouco envolvente, que não a conquista de cara? Pois bem, para aumentar as chances de ganhar a atenção desses jovens, é preciso ser objetivo na comunicação. O mundo digital é muito acelerado e a Geração Z é muito mais ávida por conteúdos práticos. A confiança desse grupo é conquistada com conteúdo que sabe ser, ao mesmo tempo, prático (no que diz respeito ao acesso), objetivo e original. Seja tudo isso para esta nova geração.

Vamos continuar este papo. Temos muito a lhe falar sobre mercado, boas experiências e Geração Z. Entre em contato conosco.

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